Tenho saudades da nossa cumplicidade, aguardo o dia em que me dizes que estás completamente arrependido e que me queres, que me queres num momento chamado sempre, momento esse que é nosso, momento esse que vou guardar no meu coração.
A tua felicidade está acima de tudo, o teu sorriso reina no meu mundo, as tuas palavras são para mim leis, quero tudo aquilo que me prometeste, quero tudo aquilo com que eu sonhei e que tu prometeste realizar.
quero que as tuas promessas sejam compridas, quero de facto ser feliz ao teu lado, como disseste que seria
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
- stop
«Estou a ferver de raiva, no entanto não posso mostrá-lo. Apetecia-me gritar, bater o pé, dar-lhes um bom abanão, chorar, e nem sei que mais, por causa das palavras desagradáveis, olhares trocistas e acusações que me lançam dia após dia, que me perfuram como setas lançadas por um arco, quase impossíveis de arrancar do corpo. Gostava de lhes poder gritar a todos: - Deixem-me em paz, deixem-me ter pelo menos uma noite em que não chore até adormecer, com os olhos a arder e a cabeça a latejar. Deixem-me fugir, fugir de tudo, fugir deste mundo!
Mas não posso fazer isso. Não posso permitir que vejam as minhas dúvidas, ou as feridas que me infligiram. Não suportaria a sua simpatia ou o seu escárnio bem-humorado. Isso só me faria querer gritar mais.
Todos pensam que me estou a exibir quando falo, que sou ridícula quando me calo, insolente quando respondo, matreira quando tenho uma boa ideia, preguiçosa quando estou cansada, egoísta quando dou uma dentada a mais do que devia, estúpida, cobarde, calculista, etc., etc. Todo o dia não oiço outra coisa a não ser que sou uma criança exasperante e, embora eu me ria e finja que não me importar, importo-me. Gostava de poder pedir a Deus que me desse outra personalidade, uma personalidade que não antagonizasse toda a gente.
Mas é impossível. Estou limitada ao carácter com que nasci, e contudo tenho a certeza de que não sou uma pessoa má. Faço o meu melhor para agradar toda a gente, mais do que lhes passaria pela cabeça num milhão de anos»
Mas não posso fazer isso. Não posso permitir que vejam as minhas dúvidas, ou as feridas que me infligiram. Não suportaria a sua simpatia ou o seu escárnio bem-humorado. Isso só me faria querer gritar mais.
Todos pensam que me estou a exibir quando falo, que sou ridícula quando me calo, insolente quando respondo, matreira quando tenho uma boa ideia, preguiçosa quando estou cansada, egoísta quando dou uma dentada a mais do que devia, estúpida, cobarde, calculista, etc., etc. Todo o dia não oiço outra coisa a não ser que sou uma criança exasperante e, embora eu me ria e finja que não me importar, importo-me. Gostava de poder pedir a Deus que me desse outra personalidade, uma personalidade que não antagonizasse toda a gente.
Mas é impossível. Estou limitada ao carácter com que nasci, e contudo tenho a certeza de que não sou uma pessoa má. Faço o meu melhor para agradar toda a gente, mais do que lhes passaria pela cabeça num milhão de anos»
domingo, 20 de fevereiro de 2011
- we were born this way
Porque é que não nos limitamos a viver a nossa vida em paz e harmonia? Sem chatear ninguém? Sem nos metermos nas vidas dos outros? Sem nos magoarmos estupidamente? Sem sermos magoados por quem não merece? Porque é que não podemos simplesmente ter uma vida estável e regular, apenas com as pessoas de quem realmente gostamos e respeitamos? Sem estarmos constantemente a meter-nos com as pessoas erradas? Sem o ‘disse-que-disse’? Sem andarmos com más-companhias? Sem relações amor-ódio? Sem pessoas a passar fome? Sem pessoas na pobreza?
O mundo seria um lugar melhor se as pessoas não fossem mesquinhas e perfeccionistas, se não passassem a maior parte do seu tempo a tentar ser perfeitas, se assim fosse seriam perfeitas, se pararem de o tentar ser, serão.
Se aprenderem a gostar da imagem que vêem ao espelho, se deixarem de se preocupar com o que as outras pessoas dizem ou pensam. Se deixarem de ser o que os outros querem e forem apenas aquilo que são. Se não se importarem com o que dão a entender. Se deixarem de fingir que são pessoas politicamente correctas. Se se deixarem de merdas são pessoas perfeitas, sejam apenas humanos e pensem como tal, não têm que seguir a corrente.
Ninguém tem que fumar para ser fixe, ou de se vestir de uma maneira para ser popular, somos quem somos, somos como nascemos, não o podemos mudar, por isso parem de o tentar fazer.
Vivam a vossa vida como ela é, aceitem-na e vai ser mais fácil.
“We were born this way”- Lady Gaga
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